15 junho 2009

MP 458, o ataque dos gafanhotos de Brasília

corrente recebida pela internet
Quarta-feira passada o Senado brasileiro passou a Medida Provisória (MP) 458 que regulariza terras ocupadas de forma ilegal na Amazônia. Isso significa que 67 milhões de acres de terra da Amazônia que são hoje um patrimônio da União estimado em 70 bilhões de reais (na verdade esse valor é incalculável), serão privatizados. A maior parte destas terras irão parar nas mãos de grileiros, os grandes responsáveis por violentas disputas por terra e pelo desmatamento da Amazônia. O governo brasilieiro está deixando entender que aqueles que ocupam a Amazônia de forma ilegal e violenta serão recompensados. O projeto de regularização da Amazônia não começou mal - a idéia era proteger pequenos agricultores que precisavam do título legal de suas terras. Porém, ele acabou sendo corrompido pelos interesses do poderoso agronegócio, que incluíram três provisões perigosas que concedem a eles a maior parte das terras beneficiada pelo programa. Nós só temos até esta quarta-feira para pedir para o Presidente Lula vetar estes pontos da MP, garantindo assim a proteção da Amazônia. Somente uma mobilização coordenada e massiva de pessoas de todos os estados brasileiros poderá convencer o Presidente Lula a vetar os pontos perigosos da MP. Só dependemos de um pequeno esforço de cada um de nós – ligue para o gabinete do Presidente Lula agora mesmo e diga para ele: 1. Nós não queremos que grandes empresas se beneficiem da MP 458 pois são elas as responsáveis por grande parte do desmatamento e queimadas da Amazônia, e consequentemente pelas nossas emissões de carbono2. Nós queremos que o Presidente diferencie pequenos agricultores de grandes proprietários, portanto pedimos uma mudança em três pontos da MP: Vetar os incisos II e IV do artigo 2º que permite a “ocupação e exploração indireta”. O veto garantirá que apenas as pessoas que moram na terra tenham direito ao título legal. Vetar artigo 7º que permite título à empresas privadas. Somente pessoas físicas devem ter o direito de regularizar suas terras. Proibir a comercialização das terras por 10 anos após a regulamentação (ao invés de 3 anos como foi proposto) para evitar a especulação comercial das terras. Gabinete do Presidente: (61) 3411.1200 (61) 3411.1201Nos próximos dois dias uma grande parte da Amazônia será privatizada, dando início a um perigoso e irreversível processo de desmatamento. Enquanto o mundo todo aumenta as suas preocupações ambientais, buscando uma economia livre de carbono e um maior respeito pelos nossos recursos naturais, nós não podemos deixar que o nosso governo venda a Amazônia.
Acontece que os índios já haviam descoberto as "Índias". O secretário do governo inglês disse querer internacionalizar a Amazônia, privatizar a floresta, junto com outras potências, para protegê-la . Acontece que antes do Tratado de Tordesilhas, Colombo, Cabral e Cia., índios de várias tribos já haviam descoberto o caminho das "Indias" e preservaram a natureza toda muito bem até que um dia... A história é bem conhecida. Recentemente alguém teve uma idéia, nem tão original, já antecipada pelo Raul Seixas nos anos oitenta: "a solução é alugar o Brasil". ou se quiser também pode comprar (estrangeiro, brasileiro... laranja ou não) ou grilar... e o senado aprova...talvez o presidente até sancione essa MP dos gafanhotos de gravata que vai privatizar a amazônia, já tão detonada Essa MP é absurda, pois os posseiros pequenos agricultores são uma minoria a ser beneficiada por essa doação das terras da união na floresta. Pedaços gigantes da Amazônia, de graça, para os grileiros, grandes pecuaristas e lideres da bancada do agronegócio, desmatadores cupinchas dos elaboradores dessa afronta à pátria, palavra maldita, que tem sido a desculpa para várias atrocidades. Sou contra as fronteiras, mas faço parte do povo do Brasil, que tem sim o dever de cuidar do seu patrimônio e natureza. Vi outro dia anúncio de uma fazenda a venda: milhares de alqueires, vizinha da aldeia das índias da foto(tirei a foto). Muitos estrangeiros com certeza tem boas intenções e fazem muita coisa boa pela floresta e seus habitantes. Muito mais que órgãos do Brasil as vezes. Existem organizações estrangeiras sérias que arrecadam dinheiro e doam pros índios se estes se comprometerem a não se vender para as madeireiras e garimpos. madeireiras e mineradoras que corrompem os índios e que oferecem um carro velho e noitada no puteiro, bugigangas para algum cacique, de alguma aldeia remota, ou de um palacete ou congresso em Brasília, que seja tão corrupto quanto essa peste de gafanhotos dizimadora da vida em seu berço maior na terra, em troca de riquezas: água, remédios, madeira, frutos...e também: diamante, ouro, bauxita, etc. - quer comprar, ou invadir ? Estamos cansados de ver caminhões e mais caminhões de toras passarem na frente da fiscalização, de ver no google earth, nas imagens por satélite da internet, que não resta mais quase nada de floresta no Mato Grosso, em Rondônia etc. Talvez o invasor, vendedor, comprador queime a floresta pra fazer pasto ou então derrube a madeira nobre para servir de chão e mobília de luxo nas mansões mundo afora e plante soja para exportar e alimentar o gado americano e europeu como tem sido feito. Vamos plantar soja na Amazônia e criar acém, mocotó, picanha e farinha de osso lá na floresta mais rica do mundo, eita negócio bão. Em Araçatuba, "terra do boi gordo" convivi na adolescência com alguns filhos de latifundiários na escola. Um dia no colégio ouvi uma história de arrepiar de um colega sobre "como os jagunços a serviço da fazenda davam um "jeito" nos posseiros e índios: carne seca envenenada deixada no mato "de presente" ou então o velho e conhecido "chumbo grosso", esse colega contava isso e daaaava risada. 0 comentários